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Relatos de guerra e possíveis confrontos como na Síria, sempre me fazem imaginar como seria estar em meio a um conflito armado. Com certeza, não deve ser uma experiência agradável. Pelo contrário, é perturbadora e amarga. Somente aqueles que passaram por essa triste situação sabem o que significa perder amigos e parentes, e ter que assistir de perto à desolação de seu país. Se você tem algum interesse em saber o que isso significa, confira as fotos do Don McCullin, que cobriu diversos campos de guerra de 1964 a 1984, em países como Chipre, Congo, Biafra, Vietnã, Camboja, Bangladesh e El Salvador. Será que o cara viu o sofrimento humano de perto? Aaah, se viu. Eu, por exemplo, não teria a coragem de McCullin. Depois de fotografar tantas tragédias, ele precisou “refugiar” sua mente em fotografias de paisagem. “Se tivesse me dedicado somente a esse trabalho, talvez  não tivesse mais o lado esquerdo do cérebro”, afirma o fotógrafo. Inclusive, disse que presenciar a morte não é uma grande experiência, mas sim algo que o fazia se sentir maltratado internamente. Junte as forças aí, porque vale a pena ver as imagens que esse renomado fotógrafo de guerra registrou.

 

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Don McCullin é autor de diversos livros, incluindo sua autobiografia “Unreasonable Behaviour” (1990), e foi ganhador de diversos prêmios, como dois Premier Awards do World Press Photo. Também foi produzido um documentário sobre a trajetória do seu trabalho desde seu “batismo” na fotografia de guerra no Chipre até o amadurecimento de seu trabalho na famosa guerra no Vietnã. Caso queira saber mais sobre sua história, entre aqui no site Contact Press Imagens.

 

Espero que nunca tenhamos que viver isso e desejo que nenhum país passe mais por essa triste experiência.

Autor Bruno Sellani

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Join the discussion Um comentário

  • Luciana Bontempo disse:

    Cenas fortes! Mas, não são daquele tipo de que a gente recebe por e-mail, onde o título diz “Cuidado! Cenas fortes!” porque possuem pessoas mutiladas, sangrando e acidentadas.
    McCullin faz aquele tipo de cena forte que te quebra! Te deixa triste com os horrores da guerra!
    Espero que todos que vejam o trabalho desse fotógrafo seja “acertados”, assim como eu, e façam o famoso clichê: “Faça amor, não faça guerra!” :-)

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