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Vamos supor que você esteja na bad por um motivo qualquer e, do nada, surge uma banda das mais saltitantes para animar seu dia. Legal, né? Santo remédio esse negócio de alegria que contagia. E daí, você começa a esquecer da tristezinha que invadia seu ser e percebe que a bandinha permanece lá, inabalável. Eu apostaria que até os amantes de jazz, que são pessoas “treinadas” para suportar improvisações eternas, não aguentariam tal amolação durante horas. Quer ver só como você perde a cabeça em 4 minutos?

 

Jazz that nobody asked for (Jazz que ninguém pediu, em português) foi um dos curtas mais aplaudidos no Anima Mundi 2013. Produzido por Benny Box, um estúdio de animação e design da Dinamarca, o filme exemplifica alguns dos momentos das nossas vidas que a música chicletinho prega céLebro durante um dia inteiro. Já passou por isso, né?

 

 

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E o pior é que esses loops indesejados só acontecem com música ruim. Neurologistas afirmam que uma música parada na cabeça é como pensamentos que queremos eliminar. O fenômeno também é conhecido como earworm (que seria tipo “verme de ouvido”, minha livre tradução em português, rs) e o repetitivo ‘dim di da da dum’ causa um esquema na cabeça que não dá pra se livrar (saiba mais sobre isso aqui).

 

Aposto meu dedo mindinho que a parada com maior potencial de explodir cabeças em tempo recorde (e que, grazadeos, não é chicletinho) é eletrofunk cover de Que País é Esse?. E você, no que aposta?

 

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PRE-PARA!

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#ficadica

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