Conheço um monte de casal que, ali no aconchego de dancinhas grudentas (leia-se forró, arrocha, – a partir daqui, estou inventando – axé do amor, zouk da loucura, tango abrasileirado e sertanejo do xote suado), deu início a uma grande história de amor. Tem desses que até casaram e viveram nesse agarramento para sempre. Ah, acontece. Embora existam casos desastrosos em que um dos dois fica impossibilitado de dançar pro resto dos dias, sei de casamentos que mesmo assim duram atéeee… que a morte os separe? Nada disso, o que a dança juntou, só ela pode separar. TAN DAN!

 

 

Essa historinha tinha tudo pra ser um drama existencial da vida dos forrozeiros de plantão (rs, brinks, galera), só que se tornou o desenho trágico mais comédia dos últimos tempos (não, não estamos colocando Dumb Ways to Die em questão, porque aquilo lá é apelação de fofura engraçada e trágica). O curta Till Dance do us Part foi feito pelos estudantes Tom MourikThijs ViegersBen Vinkenburg e Jessy Suharyanto. A trilha é de Jochem Weierink e a concepção sonora de Erik Griekspoor (que tratou de incluir efeitos de Jurassic Park nas partes tenebrosas!).

 

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Gente, onde já se viu velhinho caquético e paraplégico ter que aguentar a mulher toda inteirona no pique dançante de 50 anos atrás? No ecziste!

 

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